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Negocio

Trump exige despido en Netflix o habrá consecuencias

by Editora de Negocio febrero 22, 2026
written by Editora de Negocio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que a Netflix demitisse Susan Rice de seu conselho ou “arcar com as consequências”, após declarações dela de que democratas poderiam tomar medidas contra empresas que demonstrassem lealdade ao presidente.

  • Após Trump anunciar tarifa de 15%: Veja em mapa os países que serão mais ou menos taxados
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“A Netflix deveria demitir a racista e obcecada por Trump Susan Rice, IMEDIATAMENTE, ou pagar as consequências. Ela não tem talento nem habilidades — é puramente uma operadora política!”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social no sábado, republicando uma postagem de Loomer no X que o incentivava a “impedir agora a fusão Netflix-Warner Bros.”

“O PODER DELA ACABOU, E NUNCA MAIS VOLTARÁ. Quanto ela está sendo paga, e para quê???”, acrescentou Trump sobre Rice.

Os comentários de Trump marcam um retorno à disputa entre Netflix e Paramount Skydance pela aquisição da Warner Bros Discovery, o estúdio de Hollywood. O presidente republicano havia declarado anteriormente que não interferiria na negociação. Ambas as aquisições propostas precisam ser aprovadas por reguladores federais.

Rice, que atuou como conselheira de segurança nacional do ex-presidente Barack Obama e embaixadora dos Estados Unidos na ONU, afirmou em um podcast na quinta-feira que empresas, organizações de notícias e escritórios de advocacia que atenderam às exigências de Trump agora percebem que suas ações foram impopulares. Ela também integrou o Conselho de Política Doméstica do ex-presidente Joe Biden.

  • Prática anticompetitiva? EUA investigam táticas da Netflix na análise do acordo com a Warner, diz jornal

“Eles serão pegos desprevenidos”, afirmou Rice.

Ela previu que os democratas adotariam “uma agenda de responsabilização” e disse que as empresas deveriam “preservar seus documentos” e “estar preparadas para intimações”.

“Eles serão responsabilizados” se os democratas retomarem o poder, disse ela. “Se pensam que os democratas vão jogar pelas regras antigas, estão enganados”, acrescentou Rice, que fez parte do conselho da Netflix de 2018 a 2020 e foi reconduzida em 2023, após deixar o governo Biden.

  • Ausência: CEO da Paramount se recusa a ir ao Congresso dos EUA falar sobre disputa com Netflix pela Warner Bros

O presidente dos EUA comentou sobre o assunto após pressão da influenciadora do movimento Maga, Laura Loomer, segundo o Financial Times. De acordo com o jornal britânico, Loomer, que não ocupa cargo formal na administração, mas convenceu Trump a promover uma limpeza de autoridades de segurança nacional no ano passado, publicou em uma rede social no sábado:

“A Netflix apoia sua integrante do conselho que está ameaçando metade do país com o uso político do governo e retaliação por terem escolhido em quem votar para presidente?”. “Isso é o máximo do antiamericanismo, e a Netflix prova todos os dias que é uma empresa antiamericana e ‘woke’”, acrescentou.

Em sua publicação, Trump não especificou quais “consequências” a gigante do streaming poderia enfrentar, mas já criticou outras emissoras por conteúdos que não aprovou, e o presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC), Brendan Carr, ameaçou as licenças de transmissão de algumas redes.

Procurada, a Netflix não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

  • Impacto: Como a compra da Warner pela Netflix pode estremecer Hollywood

O FT lembra que a Warner reabriu nesta semana as negociações com a Paramount, dando ao grupo de mídia de David Ellison até segunda-feira para apresentar sua “melhor e última” oferta, superando a proposta de US$ 83 bilhões já acordada com a Netflix, ou encerrar sua tentativa de comprar o estúdio. A Paramount, financiada por Larry Ellison — pai de David Ellison, bilionário fundador da Oracle e doador de Trump — foi rejeitada repetidamente pelo conselho da Warner, que concordou com o acordo com a Netflix. A empresa fez nova ofensiva e ofereceu dinheiro extra a Warner por cada trimestre sem acordo concluído.

A Warner detém algumas das franquias cinematográficas e televisivas mais valiosas do mundo, como Harry Potter e Friends, além do serviço de streaming HBO Max e sua programação, incluindo Game of Thrones e The White Lotus.

febrero 22, 2026 0 comments
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Mundo

Trump envía barco hospital a Groenlandia por temor a Rusia y China

by Editor de Mundo febrero 22, 2026
written by Editor de Mundo

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, anunció el sábado por la noche que ha ordenado el envío de un buque hospital a Groenlandia, territorio autónomo de Dinamarca, argumentando que podría “caer en manos de Rusia o China”.

  • Demétrio Magnoli: Mundo vive ‘momento Groenlandia’
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La declaración ha elevado la tensión diplomática entre Washington y Copenhague y ha vuelto a colocar el Ártico en el centro de la geopolítica internacional. Trump ha insistido en que la isla, rica en minerales estratégicos, es vital para los intereses estadounidenses y para la seguridad de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).

Según el republicano, la embarcación prestará asistencia médica a la población local, aunque no ha detallado quiénes serán los beneficiarios ni el número estimado de atenciones.

“Vamos a enviar un gran buque hospital a Groenlandia para cuidar de muchos que están enfermos, de aquellos que no están siendo atendidos allí”, escribió Trump en una publicación en redes sociales.

“¡Ya está en camino!”, añadió.

Territorio autónomo danés, Groenlandia es objetivo de Estados Unidos

Homens praticam corrida em Nuuk, na Groenlândia — Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP

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Homens praticam corrida em Nuuk, na Groenlândia — Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP

Casa em Nuuk, na Groenlândia — Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP
Casa em Nuuk, na Groenlândia — Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP

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Casa em Nuuk, na Groenlândia — Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP

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Nuuk, capital da Groenlândia — Foto: AFP
Nuuk, capital da Groenlândia — Foto: AFP

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Nuuk, capital da Groenlândia — Foto: AFP

Soldados dinamarqueses desembarcam em porto de Nuuk, na Groenlândia — Foto: Mads Claus Rasmussen/Ritzau Scanpix/AFP

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Soldados dinamarqueses desembarcam em porto de Nuuk, na Groenlândia — Foto: Mads Claus Rasmussen/Ritzau Scanpix/AFP

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Manifestantes com bandeiras da Groenlândia participam de um protesto com o lema “Groenlândia é dos groenlandeses” em frente à embaixada dos Estados Unidos, em Copenhague — Foto: THOMAS TRAASDAHL / RITZAU SCANPIX / AFP

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Manifestantes com bandeiras da Groenlândia participam de um protesto com o lema “Groenlândia é dos groenlandeses” em frente à embaixada dos Estados Unidos, em Copenhague — Foto: THOMAS TRAASDAHL / RITZAU SCANPIX / AFP

A bandeira da Groenlândia (Erfalasorput) tremula no telhado do Castelo de Tivoli, em Copenhague — Foto: IDA MARIE ODGAARD/RITZAU SCANPIX/AFP

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A bandeira da Groenlândia (Erfalasorput) tremula no telhado do Castelo de Tivoli, em Copenhague — Foto: IDA MARIE ODGAARD/RITZAU SCANPIX/AFP

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Nuuk, capital da Groenlândia, em maio — Foto: Sigga Ella/New York Times

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Nuuk, capital da Groenlândia, em maio — Foto: Sigga Ella/New York Times

Pessoas caminham sobre a neve em Ilulissat, na Groenlândia — Foto: Ivor Prickett/The New York Times

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Pessoas caminham sobre a neve em Ilulissat, na Groenlândia — Foto: Ivor Prickett/The New York Times

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Casas coloridas no em Tasiilaq, na Groenlândia; acesso ao território dinamarquês ficou mais fácil com inauguração do primeiro aeroporto internacional, que terá voos dos EUA — Foto: Reprodução / Barni1 / Pixabay

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Casas coloridas em Tasiilaq, na Groenlândia; o acesso ao território dinamarquês ficou mais fácil com a inauguração do primeiro aeroporto internacional, que terá voos dos EUA — Foto: Reprodução / Barni1 / Pixabay

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, visita a Base Espacial de Pituffik, na Groenlândia, com a comandante Susannah Meyers, destituída dias depois — Foto: Jim WATSON / POOL / AFP

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O vice-presidente dos EUA, JD Vance, visita a Base Espacial de Pituffik, na Groenlândia, com a comandante Susannah Meyers, destituída dias depois — Foto: Jim WATSON / POOL / AFP

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Iceberg em derretimento em Nuuk na costa da Groenlândia, em fevereiro de 2025 — Foto: Odd Andersen/AFP

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Iceberg em derretimento em Nuuk, na costa da Groenlândia, em fevereiro de 2025 — Foto: Odd Andersen/AFP

Barcos de pesca num porto congelado em Nuuk, na Groenlândia — Foto: Ivor Prickett/The New York Times

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Barcos de pesca num porto congelado em Nuuk, na Groenlândia — Foto: Ivor Prickett/The New York Times

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Foto tirada em 1º de julho de 2024 mostra a fragata Triton da frota dinamarquesa (ao fundo) ao largo da vila de Attu, na Groenlândia — Foto: Ida Marie Odgaard / Ritzau Scanpix / AFP

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Foto tirada em 1º de julho de 2024 mostra a fragata Triton da frota dinamarquesa (ao fundo) ao largo da vila de Attu, na Groenlândia — Foto: Ida Marie Odgaard / Ritzau Scanpix / AFP

Vista da cidade de Ilulisat na Groenlândia — Foto: Carsten Snejbjerg/The New York Times

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Vista da cidade de Ilulisat na Groenlândia — Foto: Carsten Snejbjerg/The New York Times

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Donald Trump manifestou desejo de anexar conjunto de ilhas

El mensaje fue publicado en la red Truth Social y acompañado de una imagen aparentemente generada por inteligencia artificial, que mostraba el USNS Mercy —un buque de 272 metros de eslora que normalmente permanece anclado en el sur de California— navegando hacia montañas cubiertas de nieve. No quedó claro si la embarcación retratada es la misma que será desplazada a Groenlandia.

Trump también afirmó que la operación se llevaría a cabo en coordinación con el gobernador Jeff Landry, republicano de Louisiana, designado por él como enviado especial a la isla ártica en diciembre.

El mes pasado, el presidente dio marcha atrás a amenazas anteriores de tomar el control del territorio después de firmar un acuerdo “marco” con el secretario general de la OTAN, Mark Rutte, con el objetivo de ampliar la influencia de Estados Unidos en la región.

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Negocio

Bolsa hoy: Dow Jones, EWZ y acciones brasileñas bajan

by Editora de Negocio febrero 17, 2026
written by Editora de Negocio

El índice Dow Jones Brazil Titans 20 ADR, que agrupa a las principales empresas brasileñas listadas en la B3 con recibos de acciones negociados en Estados Unidos, cerró con bajas este martes de Carnaval (17), con las bolsas cerradas en Brasil. El EWZ, principal ETF brasileño negociado en el mercado americano, que replica el índice MSCI Brazil, también registró una caída.

A las 11:33 (hora de Brasilia), el Dow Jones Brazil Titans 20 ADR retrocedía un 1,04%, hasta los 25.091 puntos. Por su parte, el EWZ perdía un 0,84%, a US$ 37,74. La mayor baja se observó en los ADRs de Vale (VALE3), con una caída del 4,53%, a US$ 15,90, en un día festivo en China; los activos de Petrobras (PETR3;PETR4) también cerraron la jornada con bajas, aunque con un descenso de alrededor del 1% para PBR (equivalente al ON), debido a la depreciación del petróleo.

Las bolsas de Nueva York cerraron en alza este martes 17, en una sesión en la que todos los índices operaron en positivo tras ser impulsados por la recuperación de algunas grandes empresas de tecnología. En el radar, se mantuvieron las declaraciones cautelosas de directivos de la Reserva Federal (Fed), así como el alivio de las tensiones entre Estados Unidos e Irán.

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El Dow Jones subió un 0,07%, hasta los 49.533,19 puntos. El S&P 500 aumentó un 0,10%, hasta los 6.843,22 puntos, y el Nasdaq ganó un 0,14%, hasta los 22.578,38 puntos.

En una sesión marcada por la volatilidad, los sectores inmobiliario (+1,03%), financiero (+0,99%) y tecnológico (+0,49%) fueron los más beneficiados. Entre los aspectos destacados, Apple saltó un 3,17% tras un informe de Bloomberg que reveló los planes de la empresa de acelerar el lanzamiento de productos relacionados con la inteligencia artificial (IA), incluyendo collares, AirPods y gafas inteligentes.

Warner Bros. Discovery avanzó un 2,72% después de anunciar la votación de la fusión con Netflix (+1,20%) para marzo y, al mismo tiempo, reabrir espacio para conversaciones con Paramount (+4,94%). Masimo se disparó un 34,22% ante la posibilidad de una adquisición por parte de Danaher.

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Mientras tanto, el petróleo Brent volvió a registrar pérdidas después de una mañana de alzas, con Irán anunciando ejercicios militares cerca del Estrecho de Ormuz, al mismo tiempo que el país lleva a cabo una nueva ronda de negociaciones nucleares indirectas con Estados Unidos.

Existe “una ansiedad persistente sobre si el gasto en IA será lo suficientemente rentable, preocupaciones sobre la competencia y una reducción más amplia de los riesgos en las inversiones más populares después de una valoración significativa”, dijo Aneeka Gupta, directora de investigación macroeconómica de WisdomTree.

Un número récord de inversores afirma que las empresas están gastando demasiado, según la última encuesta de gestores de fondos de Bank of America Corp. Un cuarto de los participantes considera que una “burbuja de IA” es el principal riesgo para los mercados, mientras que el 30% dijo que la inversión en IA por parte de las grandes empresas de tecnología es la fuente más probable de una crisis de crédito.

La Bolsa de Tokio cerró con bajas este martes, extendiendo las pérdidas del día anterior, debido a datos débiles de crecimiento en Japón y también en medio de la cautela ante el posible impacto de las herramientas de inteligencia artificial en diversos negocios y frente a los costos de inversión asociados a la tecnología. Los feriados en China y otros mercados asiáticos mantuvieron la liquidez reducida.

Los activos ligados al sector industrial se vieron presionados ya que los mercados aún estaban absorbiendo el impacto de los datos que mostraron que el Producto Interno Bruto (PIB) de Japón se expandió un 0,1% en el trimestre hasta diciembre, frente a las expectativas de los analistas de un aumento del 0,4%. Los mercados de China continental, Hong Kong, Singapur, Taiwán y Corea del Sur permanecieron cerrados este martes.

(con Bloomberg y Estadão Conteúdo)

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Tecnología

Sistema Planetario Inusual Desafía Teorías de Formación Planetaria

by Editor de Tecnologia febrero 14, 2026
written by Editor de Tecnologia

A más de 100 años luz de la Tierra, un sistema planetario está desafiando a los astrónomos y podría obligar a la ciencia a reconsiderar conceptos establecidos sobre la formación de mundos. Observaciones realizadas con telescopios de la NASA y la Agencia Espacial Europea (ESA) han revelado una arquitectura inusual alrededor de la estrella LHS 1903, una enana roja, el tipo de estrella más común en el Universo.

  • Nasa revela que Júpiter es menor y más achatado de lo que se imaginaba
  • Por primera vez, Nasa lanza un globo sobre la Antártida y mantiene la misión por 23 días a 36.500 metros

Cuatro planetas orbitan la estrella, pero su disposición se aparta del patrón conocido. El más cercano es rocoso; los dos siguientes son ricos en gas; y el más distante, inesperadamente, también es rocoso. Esta configuración contradice el modelo observado en nuestro propio Sistema Solar, donde los planetas rocosos ocupan las órbitas internas y los gigantes gaseosos se concentran en las regiones externas.

Formación en orden inverso

El modelo tradicional sostiene que los planetas se forman a partir de un disco de gas y polvo alrededor de estrellas jóvenes. En las regiones más calientes, cercanas a la estrella, solo los materiales resistentes al calor, como el hierro y los silicatos, pueden aglutinarse, originando cuerpos rocosos. Más allá de la llamada “línea de hielo”, donde las temperaturas permiten la condensación de agua y otros compuestos, los núcleos planetarios crecen rápidamente y pueden capturar grandes cantidades de hidrógeno y helio, formando gigantes gaseosos.

Según Thomas Wilson, profesor asistente de la Universidad de Warwick y autor principal del estudio publicado en la revista Science, esta es la primera vez que se observa un planeta rocoso tan distante de su estrella, situado más allá de mundos gaseosos. El objeto externo, clasificado como una “Súper-Tierra”, tiene un radio aproximadamente 1,7 veces mayor que el de la Tierra.

El equipo probó hipótesis como colisiones entre planetas o la pérdida de atmósfera de un gigante gaseoso, pero las simulaciones no reprodujeron el sistema observado. La explicación más plausible, según los investigadores, es un mecanismo de formación con una escasez progresiva de gas. En este escenario, los planetas habrían surgido uno tras otro, desde el más interno al más externo. Cuando el último comenzó a formarse, el disco ya era pobre en gas y polvo, favoreciendo el surgimiento de un cuerpo predominantemente rocoso.

El sistema fue inicialmente identificado por el satélite TESS y posteriormente analizado con el CHEOPS, además de datos complementarios de observatorios terrestres.

Para Sara Seager, del Instituto de Tecnología de Massachusetts y coautora del estudio, el descubrimiento podría representar una de las primeras evidencias de que la formación planetaria alrededor de enanas rojas sigue caminos distintos a los observados en estrellas como el Sol. Aún así, los expertos señalan que el debate permanece abierto.

Heather Knutson, del Instituto de Tecnología de California, destacó que el planeta más externo podría ser lo suficientemente frío como para permitir la condensación de agua y que futuras observaciones con el Telescopio Espacial James Webb podrían revelar detalles sobre su atmósfera.

El caso de LHS 1903 añade un dato inesperado a los modelos actuales y debe estimular nuevas simulaciones en los próximos años. En un campo aún en consolidación, el sistema funciona como un recordatorio de que la diversidad de arquitecturas planetarias puede ser mayor, y más compleja, de lo que se imaginaba.

febrero 14, 2026 0 comments
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Negocio

Mercados Globales: Futuros EUA al alza, Nikkei histórico y petróleo sube

Bolsas Mundiales Hoy: Análisis y Cifras Clave

Mercados al Día: EEUU, Asia, Europa y Commodities

by Editora de Negocio febrero 12, 2026
written by Editora de Negocio

Los futuros de los índices bursátiles de EE. UU. operan al alza este jueves 12 de abril, después de que el Dow Jones interrumpiera una racha de tres sesiones consecutivas de ganancias. Este movimiento refleja una reevaluación de las expectativas sobre la trayectoria de las tasas de interés por parte de la Reserva Federal (Fed), tras la publicación de datos más sólidos del mercado laboral.

Con la creación de 130.000 empleos en enero, una cifra cercana al doble de lo esperado, el mercado ahora proyecta el primer recorte de tasas de interés para julio, en lugar de junio como se anticipaba anteriormente.

El próximo desafío para los mercados será el informe de inflación (IPC) del viernes 13, que podría reforzar la tesis de mantener las tasas de interés elevadas por más tiempo si las presiones inflacionarias no disminuyen.

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Estados Unidos

Se publicarán más datos sobre el mercado laboral este jueves, incluyendo el número más reciente de solicitudes iniciales de desempleo semanales. También se dará a conocer el informe de ventas de viviendas usadas.

En las operaciones fuera de horario, las acciones de Cisco Systems se desplomaron alrededor de un 7% después de que sus ganancias no cumplieran con las expectativas. Por otro lado, las acciones de McDonald’s retrocedieron ligeramente a pesar de superar las estimaciones de ganancias.

A continuación, se presenta el rendimiento de los mercados de futuros:

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  • Dow Jones Futuro: +0,23%
  • S&P 500 Futuro: +0,27%
  • Nasdaq Futuro: +0,23% 

Asia-Pacífico

El índice Nikkei 225 de Japón alcanzó este jueves los 58.000 puntos por primera vez en su historia, extendiendo su recuperación post-electoral a nuevos máximos, impulsada por la renovada confianza en la política interna y la agenda económica del gobierno. Sin embargo, el índice posteriormente perdió impulso y cerró con una ligera baja, en 57.639 puntos.

Las acciones japonesas han registrado varios nuevos máximos en los últimos días, impulsadas por el llamado ”mercado Takaichi”, tras la contundente victoria de la primera ministra Sanae Takaichi en la Cámara Baja, según analistas de mercado.

  • Shanghai SE (China), +0,05%
  • Nikkei (Japón): -0,02%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -0,86%
  • Nifty 50 (Índia): -0,50%
  • ASX 200 (Australia): +0,32%

Europa

Los mercados europeos operan al alza, con los inversores a la espera de una nueva oleada de informes de resultados corporativos. El jueves se presenta como un día agitado, con la publicación de resultados de empresas como Siemens, L’Oréal, Anheuser-Busch InBev, British American Tobacco, Mercedes-Benz Group, Adyen y Deutsche Börse.

Además de los resultados empresariales, también estarán en el radar los datos del PIB y la producción industrial del Reino Unido correspondientes al cuarto trimestre, que se publicarán en breve.

  • STOXX 600: +0,55%
  • DAX (Alemania): +1,02%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,30%
  • CAC 40 (Francia): +1,30%
  • FTSE MIB (Italia): +0,86% 

Commodities

Los precios del petróleo operan al alza por segundo día consecutivo, con los inversores centrados en las tensiones entre EE. UU. e Irán, que han eclipsado las señales de aumento de la oferta.

Las cotizaciones del mineral de hierro en China cerraron a la baja, con la caída en las ventas de automóviles y los decepcionantes datos de consumo en China reforzando las evidencias de una débil demanda interna en el mayor consumidor mundial de acero.

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  • Petróleo WTI, +0,42%, a US$ 64,91 el barril
  • Petróleo Brent, +0,37%, a US$ 69,66 el barril
  • Mineral de hierro negociado en la bolsa de Dalian, -0,20%, a 762,00 yuanes (US$ 110,22)

Bitcoin

  • Bitcoin (BTC), -0,72%, a US$ 66.932,00 (en relación con la cotización de 24 horas atrás)

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Negocio

Bitcoin: Caída del 50% en 4 Meses – Causas y Perspectivas

Otras opciones:

  • Bitcoin en Crisis: ¿Por Qué Cae y Qué Esperar?
  • Bitcoin: Análisis de la Fuerte Caída y Factores Clave
  • Caída Libre del Bitcoin: Tensiones Geopolíticas y Venta Institucional

by Editora de Negocio febrero 9, 2026
written by Editora de Negocio

Tensões geopolíticas, vendas institucionais de grandes empresas como a BlackRock, declarações de políticos americanos e um sentimento generalizado de aversão ao risco são alguns dos fatores que têm pressionado o bitcoin, levando-o a uma queda de mais de 50% nos últimos quatro meses.

  • Bitcoins de presente? Plataforma envia por erro US$ 40 bilhões em criptomoedas a seus usuários momentaneamente
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Por volta das 21h20 da última quinta-feira, o “ouro digital” era cotado a US$ 60.074, representando uma queda de 17,43% em apenas um dia. Considerando os últimos quatro meses – desde 6 de outubro do ano passado, quando o bitcoin atingiu seu último recorde histórico, chegando a US$ 126.198,07 – a baixa acumulada ultrapassa os 50%.

De acordo com a plataforma CoinMarketCap, essa última queda é explicada principalmente pela redução da alavancagem em posições de compra, com US$ 1,23 bilhão em liquidações de bitcoin (80% em posições compradas), o que forçou vendas rápidas. As liquidações ocorrem quando o preço cai a um ponto em que a garantia de quem investiu com dinheiro emprestado em uma exchange se torna insuficiente para cobrir as perdas, acionando vendas automáticas para quitar a dívida.

Essas vendas em massa têm origem em um sentimento generalizado de aversão ao risco, associado a eventos econômicos e políticos. Um dos acontecimentos mais recentes foi uma declaração regulatória do Departamento do Tesouro dos EUA. A confiança institucional, em particular, foi abalada após comentários do secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, que descartou a possibilidade de resgates governamentais ou bancários para as criptomoedas.

Essa recusa em oferecer uma rede de segurança influenciou investidores mais conservadores e desencadeou uma onda de vendas institucionais, intensificando o sentimento de baixa já existente.

Ligação com contexto político e econômico

Especialistas concordam que as liquidações em massa estão ligadas ao contexto político e econômico. Para a analista financeira Mariel Lang Saez, “a correção de 50% não é uma anomalia no mercado de criptomoedas, mas sim um reflexo de fatores macroeconômicos amplificados”. Segundo a especialista, ao contrário de ciclos anteriores, o bitcoin agora está integrado ao sistema financeiro tradicional, o que significa que os mesmos ETFs e fluxos institucionais que impulsionaram o recorde histórico de US$ 126.000 também aceleram a queda quando o apetite por risco diminui.

Julián Colombo, diretor da Bitso para a América do Sul, acrescenta alguns dados contextuais que também influenciaram a queda do bitcoin:

— Por um lado, a regulamentação de criptoativos enfrenta tensões internas nos Estados Unidos, com bancos e outros atores tradicionais do sistema financeiro atrasando a implementação. Soma-se a isso o debate em torno da Clarity Act, lei que visa regular os aspectos gerais dos criptoativos no país. Tudo isso, combinado com a incerteza em relação aos indicadores econômicos dos EUA e outros impactos globais, como a possível intervenção no iene japonês, contribui para impulsionar a queda.

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Carolina Gama, country manager da Bitget na Argentina, explica que o bitcoin se tornou mais correlacionado com os mercados tradicionais, especialmente com o S&P 500 e ações de tecnologia.

— Seu desempenho tem respondido significativamente ao tom do Federal Reserve (Fed): embora tenha havido cortes de juros nas últimas reuniões de 2025, a comunicação permaneceu cautelosa, moderando o apetite por risco. Mais do que um sinal negativo, isso reflete que o bitcoin foi incorporado como um ativo dentro do universo de investimento institucional, diferente da bolha em que existia até recentemente, sem conexão com o mercado financeiro em geral — interpreta Gama.

Por que o bitcoin caiu tanto?

Após atingir seu recorde histórico no final do ano passado, os meses seguintes trouxeram uma queda cada vez mais acentuada. O pico de outubro durou apenas quatro dias. No dia 10 daquele mês, Trump anunciou tarifas de 100% sobre a China e o “ouro digital” caiu de US$ 122.000 para US$ 104.782 em questão de horas.

Segundo Lang Saez, naquele dia foram liquidados US$ 19,13 bilhões em posições alavancadas — entre dez e 20 vezes mais do que durante a pandemia de Covid-19 ou o colapso da FTX — tornando-se o maior evento de desalavancagem da história das criptomoedas.

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Lang Saez acrescenta que o Fed cortou os juros três vezes em 2025 — de 4,25% para 3,50% e, depois, para 3,75% —, mas o presidente da instituição, Jerome Powell, indicou em 28 de janeiro que não há pressa para novas reduções. Além disso, a liquidez global também piorou, o que tradicionalmente leva muitos investidores a se refugiarem em ativos considerados menos arriscados. A especialista explica que as tarifas impostas por Trump fizeram com que capitais institucionais preferissem o ouro como um porto seguro, em vez do bitcoin.

Apesar disso, a forte retração do ativo em apenas quatro meses não chega a preocupar quem aposta no “ouro digital” há muito tempo:

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— Para quem tem paciência e visão de longo prazo, o bitcoin continua sendo uma excelente opção de investimento — afirma Gama, explicando que, apesar da volatilidade de curto prazo, o ativo mantém fundamentos sólidos.

Ao mesmo tempo, ela destaca que «esse tipo de correção não é incomum no ciclo do bitcoin, já que houve quedas de 93% em 2011, 84% em 2015, 83% em 2018 e 76% em 2022, seguidas por recuperações significativas”.

Bitcoin se comporta em ciclos

Colombo explica que o bitcoin costuma se comportar em ciclos, com momentos de queda e outros de alta. Acrescentando que, após um pico, o ativo geralmente reduz seu valor até encontrar um ponto de resistência, algo que, em sua opinião, ainda não se consolidou. Ele também ressalta um detalhe importante:

— Este ciclo do bitcoin tem uma particularidade: diferentemente de outros, que eram mais voltados ao varejo ou a investidores individuais, este é mais institucional, o que faz com que fatores políticos também tenham peso, impulsionados principalmente por decisões dos EUA, tanto em termos de regulamentação quanto em outros aspectos do governo de Donald Trump.

Na Bitget, a recente queda do bitcoin também é interpretada mais como uma fase de reajuste do mercado do que como um colapso estrutural. A empresa concorda com Colombo ao apontar que parte da pressão imediata vem de vendas institucionais: os ETFs à vista de bitcoin nos EUA registraram saídas relevantes desde outubro, com mais de US$ 7 bilhões em novembro, cerca de US$ 2 bilhões em dezembro e mais de US$ 3 bilhões em janeiro. Gama explica que isso reduziu a liquidez e deixou o ativo mais exposto a movimentos bruscos no curto prazo.

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Ao mesmo tempo, Lang Saez alerta que, apesar das saídas, “os ETFs ainda detêm 1,27 milhão de bitcoins, apenas 5% abaixo do máximo. A base institucional de longo prazo não foi desmontada. Estão no prejuízo, mas não foram embora”. De fato, ela destaca que cerca de 200 empresas de capital aberto compraram aproximadamente US$ 96 bilhões em bitcoin ao longo de 2025.

Enquanto o preço apresenta uma correção profunda no curto prazo, muitos analistas continuam vendo no bitcoin um ativo cuja força reside, sobretudo, no longo prazo.

— As correções são cíclicas e saudáveis. Se observarmos sua evolução nos últimos 10 anos, fica claro que é um ativo que soube se valorizar de forma consistente — conclui Colombo.

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Negocio

Mercados Futuros a la Baja: Amazon y Tensiones en Tecnología

Alternativas:

  • Futuros EUA Bajistas: Impacto de Amazon y Resultados
  • Bolsas Mundiales: Caída por Amazon y Preocupación Tech
  • Amazon Presiona a los Mercados: Futuros y Panorama Global

by Editora de Negocio febrero 6, 2026
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Los futuros de las bolsas estadounidenses operan a la baja este viernes (6), extendiendo las pérdidas de la sesión anterior, presionados por el descenso de las acciones de Amazon tras la publicación de sus resultados, lo que ha afectado negativamente al sentimiento en el sector tecnológico.

Los inversores se mantienen cautelosos con el sector, después de que las acciones de la gigante tecnológica retrocedieran alrededor de un 11% en las operaciones posteriores al cierre del mercado. La compañía anunció planes para invertir 200.000 millones de dólares en inteligencia artificial este año, lo que ha reforzado el temor de que la apuesta multimillonaria por la IA podría no traducirse en retornos sostenibles a largo plazo.

Estados Unidos

Los inversores estarán atentos a Under Armour, cuyos resultados se publicarán antes de la apertura del mercado. El informe de empleo no agrícola (payroll), inicialmente previsto para este viernes, se publicará la próxima semana debido a la paralización del gobierno federal, ahora resuelta, según el Departamento de Estadísticas Laborales.

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Rendimiento de los mercados de futuros:

  • Dow Jones Futuro: -0,08%
  • S&P 500 Futuro: -0,18%
  • Nasdaq Futuro: -0,39% 

Asia-Pacífico

Los mercados de Asia-Pacífico cerraron en su mayoría a la baja, siguiendo las pérdidas de Wall Street en medio del desplome de las acciones tecnológicas.

Las acciones de las empresas farmacéuticas japonesas se desplomaron después de que el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, lanzara un sitio web que ofrece medicamentos con descuento.

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  • Shanghai SE (China), -0,25%
  • Nikkei (Japón): +0,81%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -1,21%
  • Nifty 50 (India): -0,09%
  • ASX 200 (Australia): -2,03%

Europa

Los mercados europeos operan a la baja, con los inversores reaccionando a una intensa semana de resultados corporativos. El jueves, tanto el Banco de Inglaterra como el Banco Central Europeo (BCE) mantuvieron sin cambios sus tasas de interés.

  • STOXX 600: -0,10%
  • DAX (Alemania): +0,11%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,29%
  • CAC 40 (Francia): -0,36%
  • FTSE MIB (Italia): -0,39% 

Materias Primas

Los precios del petróleo operan al alza, con la atención de los inversores centrada en las negociaciones entre Estados Unidos e Irán este viernes.

Las cotizaciones del mineral de hierro en China retrocedieron por segunda sesión consecutiva, siguiendo una amplia ola de ventas de materias primas desencadenada por una caída en las acciones tecnológicas de Wall Street, con el contrato de Singapur cayendo por debajo de los 100 dólares por primera vez desde noviembre de 2025.

  • Petróleo WTI, +1,12%, a 64,00 dólares el barril
  • Petróleo Brent, +0,98%, a 68,21 dólares el barril
  • Mineral de hierro negociado en la bolsa de Dalian, -1,23%, a 760,50 yuanes (109,51 dólares)

Bitcoin

  • Bitcoin (BTC), +1,66%, a 64.572,00 dólares (en relación con la cotización de hace 24 horas)

(Con Reuters y Bloomberg)

https://www.infomoney.com.br/web-stories/tudo-o-que-voce-precisa-para-investir-em-2026/" width="360" height="600" allowfullscreen="

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Salud

Carnaval: Cuida tu cabello antes, durante y después

by Editora de Salud febrero 6, 2026
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Entre bloques, desfiles y atuendos llenos de brillo, el cabello a menudo se une a la fiesta, pero no siempre sale ileso. Los aerosoles de color, los geles fijadores, las pinturas temporales y los accesorios son parte de la imaginería carnavalesca, pero el uso intensivo de estos productos, sumado al calor, al sudor y a las largas horas de exposición, puede convertir la celebración en un período de estrés para el cabello y el cuero cabelludo.

  • Salud íntima en el carnaval: lo que puede causar molestias y cómo evitarlas
  • Cuando las cejas comienzan a debilitarse: qué puede estar detrás de la caída del cabello

La acumulación de residuos, junto con la fricción constante de horquillas, diademas y gomas elásticas, favorece la sequedad, la rotura e incluso la irritación local. Más allá de una cuestión estética, estas agresiones repetidas pueden interferir con la oxigenación de la zona y el crecimiento saludable del cabello. Cuando la limpieza posterior a la fiesta se descuida, aparecen señales clásicas: exceso de grasa, picazón, sensibilidad y pérdida de brillo.

Incluir el cuidado del cabello en la planificación del carnaval es una forma sencilla de disfrutar sin comprometer la salud de los mechones. Según la médica Alexandra Lopes, especialista en medicina capilar de Onne Clinic (RJ), pequeños cambios antes y después de la fiesta marcan una diferencia real en el aspecto y la resistencia del cabello.

«Antes de la fiesta, es importante fortalecer el cabello con hidratación y nutrición. Mantener el cuero cabelludo limpio y saludable ayuda a evitar irritaciones. También es interesante reducir el uso de fuentes de calor, como planchas y secadores de pelo muy calientes, para que el cabello llegue más resistente al período de exposición al sol y a los productos cosméticos», explica.

Los productos típicos del look carnavalesco requieren una atención especial, sobre todo a la hora de retirarlos. «Pueden ser perjudiciales, especialmente si se utilizan con frecuencia y sin una eliminación adecuada. Estas sustancias tienden a acumularse en el cuero cabelludo, dificultando la respiración de la piel y favoreciendo la picazón y la sensibilidad. Dormir con estos productos o no lavarse correctamente después de usarlos aumenta aún más este riesgo», afirma.

Otro punto de alerta son los accesorios, a menudo usados durante horas seguidas en el mismo lugar. «Los adornos apretados y fijados siempre en el mismo lugar aumentan la tracción sobre el cabello, lo que favorece la rotura y, en algunos casos, la caída. Lo ideal es alternar los puntos de fijación y evitar los accesorios muy rígidos o pesados», destaca.

Después de los intensos días de fiesta, el cabello también necesita una especie de «postoperatorio». «Después del carnaval, es importante lavar bien el cabello para eliminar los residuos e invertir en mascarillas hidratantes y productos calmantes para el cuero cabelludo. Evitar los productos químicos y reducir el uso de calor durante unos días ayuda a la recuperación del cabello. Si hay picazón persistente o caída acentuada, es recomendable consultar a un especialista», añade.

En definitiva, el secreto es simple: disfrutar del carnaval sin olvidar que, al igual que el cuerpo, el cabello también siente y merece un poco de descanso después de la maratón de brillo, sol y confeti.

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Salud

Tumores Cerebrales: Dos Primos Escoceses Enfrentan el Diagnóstico

by Editora de Salud febrero 5, 2026
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Lo que comenzó como un diagnóstico aislado en una familia escocesa, se repitió seis años después en otra generación. Dos primos adolescentes, que residen en diferentes ciudades de Escocia, ahora conviven con tumores cerebrales inoperables, una situación que ambos describen como una probabilidad mínima que se ha hecho realidad.

Cuando Lachlan Lindsay tenía ocho años, los médicos detectaron un tumor cerebral después de que presentara un leve estrabismo y fuertes dolores de cabeza. Fue trasladado de urgencia al entonces Hospital Infantil de Edimburgo, donde fue sometido a una cirugía para drenar el líquido cefalorraquídeo acumulado. El tumor, un glioma de la placa tectal, resultó ser benigno, pero no pudo ser extirpado debido a su ubicación.

Seis años después, la historia se repitió en la misma familia. Hazel Dempster, prima más joven de Lachlan y residente de Kirkcudbright, comenzó a sufrir fuertes dolores de cabeza. Tras una resonancia magnética solicitada por su médico de cabecera, fue sometida a una neurocirugía de emergencia al detectarse un gran tumor cerebral.

“Fue un shock enorme, porque la probabilidad de que dos primos tengan tumores cerebrales es minúscula”, declaró Hazel a la BBC. “Pero creo que ahora tengo una relación más estrecha con Lachlan, porque es algo con lo que ambos nos identificamos y que nadie más en nuestras vidas puede entender.”

Hazel, ahora con 16 años, fue diagnosticada con un astrocitoma pilocítico del quiasma óptico, un tumor de crecimiento lento que presiona el nervio óptico y afecta la visión. Desde su primera cirugía, realizada tras ser trasladada al Royal Glasgow Children’s Hospital, ha sido sometida a seis operaciones más.

Además, recibió quimioterapia intensiva, que le provocó efectos secundarios como dolor nervioso persistente y dificultad para caminar y usar los dedos. “Es como llevar guantes de invierno gruesos todos los días, todo el tiempo”, explicó la joven.

Su sistema inmunológico debilitado también le impedía participar en actividades típicas de la infancia. Actualmente, recibe quimioterapia oral diaria, lo que le permite mantener una vida relativamente normal, junto con frecuentes consultas médicas. Su tumor no disminuye, pero permanece estable. Hazel destaca que ha podido retomar actividades como el escultismo y ha sido reconocida por el Jefe Scout con el premio Héroe Anónimo. “No considero que esto sea nada especial, es simplemente mi vida. Pero es bueno que la gente lo vea como algo más grande”, afirma.

Después de años sin viajar, su familia finalmente pudo realizar un viaje en tren por Europa el verano pasado.

El impacto del diagnóstico en Lachlan

Lachlan, ahora con 19 años y estudiante universitario en Aberdeen, recuerda claramente el momento del diagnóstico. “Recuerdo que me dijeron que tenía un tumor y que la hidrocefalia en la parte posterior de mi cabeza podía matarme si no se trataba”, recuerda.

Después de la operación, describió un dolor extremo: “Desperté [de la operación] y sentí el peor dolor de mi vida, y nada se le ha comparado desde entonces”, describe.

También relató el miedo que sintió al despertar solo en la habitación del hospital.

El tumor le causó dispraxia, o Trastorno del Desarrollo de la Coordinación (TDC), y una disminución en la velocidad de su procesamiento. “A veces, me toma más tiempo entender una pregunta en un examen porque el tumor me retrasa”, explica.

A pesar de ello, afirma haber logrado adaptarse y continuar sus estudios en Literatura Inglesa, Cine y Cultura Visual, con la aspiración de convertirse en director de cine. La familia desconoce si existe alguna relación genética entre los dos casos y, según los propios adolescentes, se presume que se trata simplemente de “mala suerte”.

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Salud

Desayuno Saludable: Evita Enfermedades con Estos Consejos

by Editora de Salud febrero 4, 2026
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La instructora clínica de la Facultad de Medicina de Harvard, Monique Tello, ha delineado los parámetros para una dieta matutina saludable, con el objetivo de promover el bienestar físico y reducir el riesgo de enfermedades crónicas como la diabetes y la obesidad. Sus recomendaciones buscan transformar la forma en que abordamos el desayuno.

Un desayuno equilibrado, según Tello, prioriza el consumo de verduras, frutas frescas, granos integrales sin procesar, proteínas y grasas saludables. Esta combinación nutricional proporciona fibra, vitaminas y minerales esenciales para optimizar el funcionamiento del organismo desde las primeras horas del día.

Tello sugiere que una opción ideal para el desayuno consiste en una mezcla de yogur griego con granola baja en azúcar, nueces sin sal, semillas y trozos de fruta. Para aumentar aún más los beneficios, la médica recomienda añadir verduras como zanahoria o col a esta preparación.

El impacto de los alimentos procesados en la salud metabólica

Los alimentos que comúnmente encontramos en establecimientos de comida rápida ofrecen poco valor nutricional. Productos como donas, panqueques, pan blanco y cereales industrializados se comportan de manera similar a los dulces.

En un artículo publicado por Harvard Health Publishing, Tello afirma: “Un tazón de cereal, un bagel, una rebanada de pan tostado o un muffin no son diferentes a un postre”. Estos productos ricos en carbohidratos procesados provocan un aumento rápido en los niveles de azúcar en sangre y de insulina.

La insulina transporta este exceso de azúcar a las células grasas, donde se convierte en grasa corporal o energía almacenada. Este proceso ralentiza el metabolismo y contribuye al aumento del tejido adiposo a largo plazo.

La especialista advierte que el consumo de sacarosa proveniente de estos alimentos representa un peligro para la estabilidad del peso. Además, los ingredientes con altas concentraciones de grasa animal, como el tocino, la salchicha y la mantequilla, también figuran en la lista de alertas médicas, ya que pueden obstruir las arterias cuando se consumen con frecuencia.

El médico alerta sobre los riesgos de las carnes procesadas: “El tocino, las salchichas y la mantequilla pueden obstruir las arterias y causar ataques cardíacos y accidentes cerebrovasculares”. La sal presente en estas carnes promueve la retención de líquidos en el cuerpo, elevando la presión arterial y facilitando el aumento de la masa grasa. La combinación de azúcares y grasas saturadas puede conducir a problemas graves como la diabetes tipo 2 o enfermedades del sistema circulatorio.

Componentes esenciales para un desayuno completo

La calidad de los ingredientes es más importante que la cantidad de comida en el plato. Un menú nutritivo requiere pocos elementos si se eligen sabiamente. El desayuno ideal necesita una base sólida de fibra para retrasar la absorción de nutrientes.

Las frutas proporcionan azúcares naturales en su estado más puro. Tello enfatiza la importancia de esta distinción: “Las frutas contienen fibra y azúcares naturales, sin mencionar las grasas saludables presentes en las nueces y las proteínas en el yogur”.

El yogur griego bajo en azúcar ayuda a mantener la sensación de saciedad por un período prolongado. Las proteínas y las grasas saludables presentes en las nueces previenen los picos de insulina que desencadenan el hambre poco después de las comidas.

El metabolismo procesa estos componentes de manera eficiente y utiliza la energía gradualmente a lo largo del día. Esta rutina alimentaria ayuda a prevenir la obesidad y a controlar el colesterol.

febrero 4, 2026 0 comments
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