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Venta Galp: Ley ‘bomba’ para activos estratégicos

by Editora de Negocio enero 23, 2026
written by Editora de Negocio

Existe un mecanismo legal que podría frenar la venta de activos estratégicos, pero para ello sería necesario demostrar amenazas concretas a la refinería y a los intereses del país. El Gobierno podría exigir garantías a las empresas involucradas para evitar obstáculos al acuerdo.

Se describe como una “bomba atómica” que otorga al Gobierno en funciones la capacidad de bloquear la venta de activos estratégicos nacionales. Su objetivo es impedir que inversores ajenos a la Unión Europea tomen control de sectores clave, como el energético. Creada hace 12 años, nunca ha sido utilizada hasta la fecha, y ahora surge la interrogante de si se aplicará al acuerdo entre Galp y Moeve.

Para activar este mecanismo, es imprescindible acreditar la existencia de amenazas, en este caso, al funcionamiento de la refinería de Sines, al oleoducto que abastece a la región de Lisboa y al suministro de combustible al país.

Según la información disponible, la refinería de Sines pasará a ser propiedad de una sociedad en la que Galp conservará un 20%, mientras que el 80% restante estará en manos de la española Moeve. La particularidad reside en que Moeve está controlada por el fondo soberano de Abu Dhabi (Mubadala), con una participación superior al 61%, y por el fondo estadounidense Carlyle Group, con un 38%.

Fuentes indican que una de las opciones que se baraja es la exigencia de garantías por parte del Gobierno a ambas petroleras, lo que podría traducirse en cláusulas que aseguren que la refinería no será vendida en el futuro o que las empresas continúen invirtiendo en su desarrollo, una suerte de acuerdo parasocial.

El ministro de Economía, Castro Almeida, declaró esta semana que sería “preferible” tener “una refinería totalmente controlada desde Lisboa”.

Esta postura contrasta con la de la ministra de Medio Ambiente y Energía (responsable del sector), quien ha aplaudido el acuerdo, argumentando que Galp se beneficiará de su participación en una sociedad que operará tres refinerías: una en Portugal y dos en España. Curiosamente, el Ministerio de Economía tardó casi una semana en reaccionar al acuerdo con un comunicado, a pesar de no ser el organismo responsable de la supervisión de la refinería.

Para que se active la mencionada “bomba atómica”, deben cumplirse ciertas condiciones. En caso de que el Gobierno decida cancelar el acuerdo, una decisión carente de una sólida justificación podría ser impugnada en los tribunales y revertida.

La refinería de Sines abastece el 90% de los combustibles consumidos en Portugal, siendo fundamental para la independencia energética del país. Es la mayor empresa exportadora a nivel nacional.
Tras la firma del contrato, el Gobierno dispone de 30 días para iniciar un “procedimiento de evaluación, mediante una decisión fundamentada, con el fin de valorar el riesgo que dicha operación podría suponer para la defensa y la seguridad nacional o para la seguridad del suministro del país en servicios fundamentales para el interés nacional”.

El régimen de salvaguarda de activos estratégicos establece que el Consejo de Ministros “puede oponerse (…) a la realización de operaciones que resulten, directa o indirectamente, en la adquisición del control, directo o indirecto, por una persona o personas de países terceros a la Unión Europea (…) en los casos en que se determine que puedan poner en peligro, de forma real y suficientemente grave, la defensa y la seguridad nacional o la seguridad del suministro del país en servicios fundamentales para el interés nacional”.

España cuenta con ocho refinerías: cuatro de Repsol, dos de Moeve y una de BP. En 2023, fue el tercer mayor productor europeo de productos petrolíferos.
¿Cuáles son las amenazas contempladas por la ley? Amenazas a la “seguridad física e integridad de los activos estratégicos”; a la “disponibilidad y operatividad permanentes”.

No obstante, el poder existe: “El Consejo de Ministros (…) puede decidir oponerse a la operación, mediante una decisión fundamentada (…) y respetando los principios legales aplicables, en particular el principio de proporcionalidad”. La legislación permite a la empresa compradora solicitar al Gobierno la “confirmación de que no se adoptará una decisión de oposición a la misma”.
El Estado posee un 8% de Galp, la familia Amorim un 20% y Sonangol un 16%. Se espera que el acuerdo se concrete este año, pero requiere la aprobación de los reguladores.

enero 23, 2026 0 comments
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Negocio

Galp y Moeve: Fusión Ibérica de Estaciones de Servicio y Refinerías

by Editora de Negocio enero 9, 2026
written by Editora de Negocio

Galp e Moeve negocian a criação de uma das maiores redes de postos de abastecimento da Península Ibérica, unindo forças também ao nível industrial nas suas refinarias. A energética portuguesa indica que o acordo permitirá reforçar o seu foco na produção de petróleo e gás.

A Galp está em conversações com a espanhola Moeve para fundir as suas redes de postos e as operações de refinação, conforme anunciado pela companhia portuguesa. As empresas chegaram a um acordo preliminar para avançar com “discussões detalhadas sobre a potencial combinação dos seus ativos de downstream, com o objetivo de criar duas empresas líderes no setor energético na Península Ibérica: a “RetailCo” e a “IndustrialCo””.

A Moeve, anteriormente conhecida como Cepsa, tem sede em Madrid e é controlada pelos fundos Mubadala (dos Emirados Árabes Unidos) e Carlyle Group (dos Estados Unidos).

Esta operação estratégica visa “consolidar ativos, capacidades e equipas complementares em Portugal e Espanha, com o objetivo de aumentar a escala, a eficiência operacional e a capacidade de investimento, ao mesmo tempo que apoia a transição energética e fortalece a resiliência, fiabilidade e competitividade do sistema energético ibérico”.

Segundo um comunicado da Galp, a transação tem o potencial de “impulsionar uma estratégia de consolidação clara, o crescimento do fluxo de caixa livre e o aumento da capacidade de retorno de capital aos acionistas”.

O processo ainda requer negociações adicionais, incluindo uma análise detalhada (due diligence) e aprovações internas. A conclusão da operação está sujeita a autorizações regulatórias e é esperada até meados de 2026.

A nova rede de postos de abastecimento resultará num gigante ibérico com 3.500 estações, com vendas estimadas em 6,5 milhões de toneladas de produtos petrolíferos em 2025.

A IndustrialCo integrará a refinaria da Galp com duas refinarias da Cepsa, alcançando uma capacidade de processamento diária de 700 mil barris. Adicionalmente, a junção incluirá os novos projetos de baixo carbono da Galp em Sines com o Vale de Hidrogénio Verde na Andaluzia, visando a criação de dois centros de produção de hidrogénio verde.

Esta fusão industrial posicionará a Península Ibérica como um “centro industrial competitivo e resiliente”, com “escala, integração e capacidade para atrair investimento sustentado e acelerar a transição energética em setores complexos”.

Ambas as empresas, operando de forma independente, deverão ser financeiramente sólidas e bem posicionadas para gerar sinergias, eficiências operacionais e explorar oportunidades na transição energética.

Como se estrutura a fusão?

  • No setor de retalho, será criada uma das maiores redes de estações de serviço da Península Ibérica, “oferecendo maior variedade, serviços de conveniência aprimorados e maior valor para os clientes”;
  • Ao nível industrial, serão integradas as atividades de refinação, trading, petroquímica e moléculas verdes (biocombustíveis e hidrogénio), “servindo clientes B2B com maior eficiência e competitividade global”;
  • A criação de escala e a capacidade de investimento permitirão “acelerar a transição energética europeia e construir a próxima geração de empresas líderes no setor energético europeu”.

A Galp afirma que reforçará o seu foco em “gerar valor para os seus acionistas, aproveitando as suas posições estratégicas no segmento de upstream, com um portfólio altamente competitivo que continua a ser o principal motor de crescimento da empresa, juntamente com os negócios de energias renováveis e o fornecimento e comercialização de gás e eletricidade”.

A transação proposta permitirá à Galp reforçar ainda mais o seu foco estratégico, mantendo uma participação relevante nas duas novas plataformas de downstream e aproveitando as suas posições de excelência operacional.

O objetivo é criar duas plataformas energéticas ibéricas:

  • “uma plataforma de mobilidade focada no retalho de combustíveis (incluindo carregamento de veículos elétricos) e conveniência, para servir clientes B2C e apoiar o desenvolvimento de soluções de mobilidade de proximidade (RetailCo)”;
  • “uma plataforma industrial focada em refinação, petroquímica, trading e combustíveis de baixo carbono, ao serviço de clientes B2B (IndustrialCo)”.

Como será a gestão das sociedades?

A RetailCo será controlada pela Galp e pelos acionistas da Moeve, com “participações acionistas equilibradas, garantindo o alinhamento contínuo em termos de estratégia e decisões de investimento”. A nova sociedade tornará-se numa das maiores operadoras de mobilidade da Península Ibérica, com uma rede de 3.500 postos de abastecimento, a maioria em Portugal e Espanha.

Na IndustrialCo, a Galp manterá uma participação minoritária significativa superior a 20%, “garantindo o alinhamento estratégico de longo prazo, ao mesmo tempo que permitirá à plataforma operar com a escala e o foco necessários para acelerar a transformação industrial”.

“Em particular, a IndustrialCo será concebida para desempenhar um papel central na atração de talento industrial e investimento de longo prazo para a região, bem como na aceleração da transformação de ativos existentes de refinação e industriais em hubs multienergia integrados. Estes ativos apoiarão o desenvolvimento e a implementação de combustíveis e soluções de baixo carbono, contribuindo para a reindustrialização da Península Ibérica, reforçando a segurança energética e apoiando os objetivos de descarbonização em setores de difícil redução de emissões.”

E até que o negócio seja finalizado?

Durante as negociações, a Galp e a Moeve continuarão a operar como “empresas independentes, com plena continuidade das operações, do abastecimento e do serviço aos clientes em todas as atividades e geografias”.

Para a conclusão do negócio, é necessário proceder à “negociação e execução de acordos finais e vinculativos, às aprovações societárias necessárias e às autorizações regulatórias aplicáveis. Neste momento, não foram tomadas decisões finais e não existem impactos nas operações em curso das empresas, nos seus colaboradores ou nas relações comerciais existentes”.

“A Galp e a Moeve comprometem-se a manter o mercado, os colaboradores e os demais stakeholders relevantes informados, em conformidade com as respetivas obrigações legais e de divulgação de informação”, pode ler-se no comunicado divulgado.

Declarações dos responsáveis das empresas:

Em comunicado, a presidente do conselho de administração da Galp, Paula Amorim, afirmou: “Ao agregar as capacidades e a experiência complementares da Galp e da Moeve nas operações de downstream, temos a oportunidade de criar grandes grupos europeus na Península Ibérica, cada um beneficiando de maior foco, alocação de capital ajustada e flexibilidade essencial para impulsionar um crescimento sustentável e gerador de valor. Acredito firmemente que esta oportunidade reforça a nossa capacidade de apoiar e promover uma transição energética justa, capaz de responder à evolução das necessidades do mercado e de assegurar um fornecimento de energia seguro e responsável à Península Ibérica.”

Já o CEO da Moeve, Maarten Wetselaar, afirmou: “Ao reunir excelência industrial, alcance das atividades de downstream e um forte pipeline de projetos de baixo carbono, pretendemos atrair capital sustentado e acelerar a implementação de soluções que apoiem a competitividade, a descarbonização e o crescimento económico. Na Moeve acreditamos que o investimento disciplinado, a inovação tecnológica e as parcerias de longo prazo são essenciais para garantir que a transição energética se traduza em negócios prósperos e preparados para o futuro na região”.

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