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Tecnología

IA y programación: Crea apps sin saber codificar

by Editor de Tecnologia marzo 5, 2026
written by Editor de Tecnologia

Muitos de nós temos hobbies ou frustrações que poderiam ser resolvidos com um programa personalizado, embora poucos dominem as competências de programação necessárias para criar algo funcional.

Os recentes avanços na inteligência artificial permitem, no entanto, que qualquer pessoa construa aplicações móveis e websites simplesmente descrevendo uma ideia em linguagem corrente.

Para demonstrar como as ferramentas de programação baseadas em IA podem dar vida a ideias, o The Washington Post questionou leitores e colegas sobre que tipo de aplicação gostariam que existisse. Eis a sugestão de um leitor:

  • Após 20 segundos a escrever no Claude Cowork, uma nova ferramenta da empresa de IA Anthropic, o sistema trabalhou durante alguns minutos e apresentou um website funcional e visualmente apelativo para organizar conteúdos multimédia. Funcionava no computador, mas não no telemóvel, pelo que pedi ao Claude: “Faz com que funcione em telemóvel.” Minutos depois, surgiu esta aplicação web totalmente operacional. Esta aplicação não está prestes a tornar-se numa empresa avaliada em mil milhões de dólares. Consegue guardar a tua coleção, mas apenas se entrares a partir do mesmo computador ou telemóvel. Quem não tenha conhecimentos técnicos poderá ter dificuldades em torná-la acessível na Internet. Ainda assim, a facilidade com que é possível criar uma aplicação funcional demonstra como as ferramentas de IA transformaram a programação.

Para a maioria das pessoas, o ChatGPT, da OpenAI, e os seus rivais continuam a ser motores de busca sofisticados — úteis para tarefas como recolher informação ou resumir documentos, mas ainda longe de assumir projetos completos sozinhos. (O The Washington Post mantém uma parceria de conteúdos com a OpenAI.)

Essa distância está a diminuir rapidamente no caso dos programadores, porque os sistemas de IA conseguem agora gerar os mesmos comandos de texto que os profissionais utilizam para executar tarefas. Isto significa que as ferramentas de IA podem desenvolver software, manipular dados e automatizar processos que antes exigiam conhecimentos de programação.

O Claude Code, projeto lançado no ano passado pela Anthropic, exemplifica esta evolução. A ferramenta funciona na linha de comandos, a interface textual tradicional que dá aos programadores acesso direto ao funcionamento interno dos computadores. Pode escrever código repetidamente, executá-lo, detetar erros e corrigi-los, sem necessitar de intervenção humana em cada etapa.

Os programadores adotaram rapidamente o Claude Code e ferramentas semelhantes, utilizando-as para acelerar tarefas que antes demoravam horas. Por exemplo, converter software de uma linguagem de programação para outra era um processo moroso e exigente. Há quem relate ter concluído esse trabalho numa única tarde com recurso à IA.

Em Janeiro, a Anthropic lançou o Claude Cowork, que também escreve código e executa ações num computador, mas com uma interface mais acessível, pensada para quem não utiliza a linha de comandos. A empresa apresentou ainda extensões destinadas a aumentar a produtividade em áreas como design, finanças, recursos humanos, direito e marketing. Muitos destes anúncios provocaram quedas em bolsa de empresas que desenvolvem software para esses setores, numa reação de investidores que receiam novas ameaças aos seus modelos de negócio.

A programação com IA pode igualmente trazer benefícios pessoais significativos. Eliot Peper, autor de ficção científica e surfista entusiasta, queria uma aplicação de previsão de ondas adaptada às condições específicas da sua zona.

“Todo o surfista a sério é, basicamente, um meteorologista amador”, afirmou, explicando que analisa dados de bóias, previsões de vento e mapas do fundo do mar para decidir onde surfar. “Onde posso encontrar ondas hoje?”

Segundo disse, a principal aplicação de previsão de surf é inadequada para a sua região. Refinou então as suas ideias com um chatbot e pediu ao Claude Code que construísse a aplicação. O resultado, Dialed, apresenta numa única página os dados exatos que pretende consultar. Assim que teve uma primeira versão, surgiram-lhe inúmeras alterações e melhorias — “o que é muito semelhante ao meu processo criativo quando escrevo um romance”, explicou.

Peper não sabe programar. Com a ajuda do Claude, a aplicação está disponível na App Store e já conta com mais de 100 utilizadores.

Num aparente paradoxo, as ferramentas de programação com IA podem acabar por reforçar a importância do fator humano.

“Se estás a criar algo para outras pessoas, tens de compreender o que elas querem ou valorizam”, disse. “Atingir esse nível de intimidade com as razões pelas quais estás a fazer algo para os outros… torna-se muito mais valioso do que antes.”

Um colega sugeriu que o The Washington Post criasse uma aplicação para ajudar pais a registar os presentes oferecidos aos filhos.

Minutos depois, o Claude apresentou um website com essa funcionalidade. O surgimento destas ferramentas tem provocado entusiasmo, mas também apreensão entre programadores profissionais.

Nos últimos anos, o código gerado por IA já fazia parte do quotidiano de muitos programadores, mas exigia revisão humana cuidadosa e implementação manual. Desde o lançamento do Claude Code, no final do ano passado, as ferramentas tornaram-se mais autónomas e fiáveis.

“Era sempre uma surpresa” quando funcionava à primeira, afirmou Simon Willison, engenheiro de software que testa ferramentas de programação com IA há vários anos. “Agora é o esperado.”

Willison considera que a transformação na programação pode antecipar mudanças noutras profissões baseadas no conhecimento.

“O que está a acontecer na engenharia de software nos últimos dois meses provavelmente vai estender-se a advogados, contabilistas e outros profissionais que trabalham com informação”, afirmou. Se mais pessoas começarem a desenvolver software para responder às próprias necessidades, a tecnologia do dia-a-dia poderá tornar-se muito mais personalizada.

Peper contou que surfistas de outras regiões lhe pediram para acrescentar as suas localizações à aplicação. Mas, segundo explica, o que torna a aplicação eficaz é precisamente o seu caráter hiperlocal. Foi construída à sua medida, com base no conhecimento específico da sua zona de surf. E incentiva outros a fazer o mesmo.

“É quase o oposto da abordagem tradicional ao software”, afirmou. “Em vez de querer ser a Amazon, quero ser uma livraria independente muito querida, perfeita para o teu bairro.”

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Negocio

Estrecho de Ormuz: Riesgo de Shock Energético Global

by Editora de Negocio marzo 4, 2026
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El cierre del Estrecho de Ormuz por parte de Irán amenaza con provocar un shock energético global. Por esta ruta marítima circula cerca del 20% del petróleo mundial y gran parte del gas natural licuado, lo que convierte cualquier interrupción prolongada en un riesgo para la economía internacional.

 

La tensión militar en Medio Oriente ha abierto un nuevo frente de preocupación para la economía global. Irán anunció el cierre del Estrecho de Ormuz, una de las rutas marítimas más importantes del planeta para el comercio de energía. Si esta situación se extiende en el tiempo, los efectos podrían sentirse en los precios del petróleo, la inflación mundial, el comercio internacional y la estabilidad económica global. 

El estrecho conecta el Golfo Pérsico con el océano Índico y funciona como un verdadero “cuello de botella” energético del planeta. Por allí circulan entre 17 y 20 millones de barriles de petróleo diarios, lo que equivale aproximadamente al 20% del consumo mundial de crudo.

 

Mapa resume el cuello de botella en el estrecho de Ormuz

 

Un shock en el precio del petróleo

La primera consecuencia visible del bloqueo es la subida inmediata de los precios de la energía.

En los primeros días de la crisis, el petróleo Brent ya registró fuertes aumentos y los analistas advierten que si el cierre se prolonga el barril podría superar los 100 dólares e incluso acercarse a los 150 dólares en un escenario extremo. 

Esto ocurre porque la región del Golfo Pérsico concentra a algunos de los mayores exportadores del mundo: Arabia Saudita, Emiratos Árabes Unidos, Irak, Kuwait, Qatar e Irán.

La mayor parte de su producción depende de ese corredor marítimo para llegar a Asia, Europa y otros mercados.

 

 

Impacto en la inflación global

Si el bloqueo se mantiene durante semanas o meses, el efecto no quedaría limitado al mercado petrolero.

Los expertos advierten que podría generarse un nuevo shock inflacionario global, similar al que se produjo tras la invasión rusa a Ucrania en 2022. 

Esto se debe a que el petróleo influye en prácticamente toda la economía: transporte, producción industrial, alimentos, fertilizantes y logística global.

Cuando sube la energía, suben también los costos de casi todos los bienes y servicios.

 

Crisis en el comercio marítimo mundial

El conflicto también afecta directamente al transporte internacional. Varias navieras y petroleras comenzaron a evitar la zona por el riesgo de ataques, lo que dejó a decenas de buques detenidos o desviando sus rutas. 

Si el tránsito continúa paralizado, las compañías deberán: rodear África, aumentar los tiempos de transporte y pagar seguros de guerra más caros.

Esto encarece el comercio mundial y puede generar retrasos en las cadenas de suministro.

 

 

 

Riesgo de crisis energética en Europa y Asia

Los países más vulnerables a un bloqueo prolongado son Europa y Asia, que dependen en gran medida de las importaciones energéticas del Golfo.

Además del petróleo, el estrecho también es una ruta clave para el gas natural licuado (GNL), especialmente el que exporta Qatar, uno de los principales proveedores globales. 

Una interrupción prolongada podría obligar a estos países a: buscar proveedores alternativos, aumentar subsidios energéticos y acelerar reservas estratégicas.

 

 

Mercados financieros en alerta

La crisis también impacta en los mercados. La tensión en la región provocó caídas en bolsas internacionales y fuerte volatilidad financiera, mientras los inversores buscan refugio en activos considerados seguros. 

Los analistas advierten que si el conflicto escala o se prolonga podría generar: desaceleración económica, caída del comercio global y nuevas tensiones geopolíticas entre potencias.

 

 

 

Un punto estratégico del sistema energético global

El Estrecho de Ormuz es considerado uno de los puntos geopolíticos más sensibles del planeta. Aunque ha sido escenario de tensiones durante décadas, nunca había permanecido cerrado durante un periodo prolongado. 

Por esa razón, la evolución del conflicto será determinante para la economía mundial. Si el bloqueo se resuelve rápidamente, el impacto podría ser limitado. Pero si la crisis se extiende en el tiempo, el mundo podría enfrentar una nueva crisis energética y financiera.

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Tecnología

MWC Barcelona: El primer móvil, Motorola DynaTAC 8000X

by Editor de Tecnologia marzo 2, 2026
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Este lunes dio inicio una nueva edición del Mobile World Congress (MWC) en Barcelona, uno de los eventos más importantes a nivel mundial en el ámbito de la tecnología y la conectividad.

Entre las novedades presentadas, que abarcan desde la inteligencia artificial y los smartphones plegables hasta los avances en las redes 5G y 6G, también se ha reservado un espacio para la historia. En uno de los pabellones se exhibe el Motorola DynaTAC 8000X, considerado el primer teléfono celular comercial de la historia.

Desarrollado por Motorola y lanzado al mercado el 13 de marzo de 1983, este dispositivo supuso un punto de inflexión en las telecomunicaciones. Fue el primer teléfono móvil verdaderamente portátil –podía sostenerse con una sola mano–, aunque su tamaño y precio lo hacían poco accesible.

El DynaTAC 8000X pesaba alrededor de 800 gramos, medía 33 x 4,5 x 8,9 centímetros y su precio alcanzaba los 3.995 dólares de la época (equivalentes a unos 11.700 dólares actuales, o cerca de 10 millones de pesos chilenos, según el tipo de cambio actual). Era un lujo reservado para ejecutivos y empresarios de alto nivel.

Sus características, vistas desde la perspectiva de 2026, resultan casi anecdóticas: ofrecía apenas una hora de conversación y requería unas 10 horas de carga para recuperar la batería. Carecía de pantallas táctiles, aplicaciones o cámaras; su única función era realizar llamadas.

Denisse Charpentier | BBCL

A pesar de sus limitaciones, el DynaTAC 8000X tuvo un impacto inmediato. En 1984, ya existían cerca de 300.000 usuarios, una cifra considerable para un dispositivo tan costoso y con tan pocas funcionalidades.

Del “ladrillo” al smartphone

La presencia del DynaTAC en el MWC 2026 no es solo un ejercicio de nostalgia. Es una forma tangible de comprender la evolución de la industria en poco más de cuatro décadas: desde un teléfono que apenas permitía una hora de conversación, hasta los dispositivos actuales que funcionan como cámaras profesionales, herramientas de trabajo, billeteras digitales y plataformas de inteligencia artificial, todo en la palma de la mano.

El contraste es evidente. Y precisamente en eso reside el valor de esta reliquia: recordar que la revolución móvil comenzó con un “ladrillo” de casi un kilo que, en su momento, representaba el futuro.

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Tecnología

OpenAI y Google: La carrera por la IA

by Editor de Tecnologia febrero 28, 2026
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El logotipo de OpenAI se muestra en un teléfono móvil frente a una pantalla de computadora en Boston el 21 de marzo de 2023. Crédito: AP

OpenAI, la empresa detrás de ChatGPT, comparte las mismas preocupaciones que Anthropic en relación con la colaboración con el Pentágono, según confirmó un portavoz de OpenAI a CNN. Esto significa que, incluso si el Pentágono decide cancelar el contrato con Anthropic y optar por OpenAI, deberá abordar las mismas inquietudes sobre el uso de la inteligencia artificial en armas autónomas y la vigilancia masiva de ciudadanos estadounidenses.

Sam Altman, CEO de OpenAI, declaró en una entrevista con CNBC el viernes que es importante que las empresas trabajen con el Pentágono, “siempre y cuando cumpla con las protecciones legales” y “las pocas líneas rojas” que OpenAI y muchas empresas del sector de la IA tienen con respecto al uso militar de la IA. “Por todas las diferencias que tengo con Anthropic, confío en ellos como empresa y creo que realmente se preocupan por la seguridad, y me ha alegrado que estén apoyando a nuestros militares”, continuó Altman. “No estoy seguro de a dónde va a ir esto”.

El Pentágono declinó hacer comentarios al respecto. Una fuente familiarizada con la situación reveló que Altman se acercó directamente al Pentágono esta semana para expresar su preocupación por la posible declaración de Anthropic como un riesgo en la cadena de suministro o el uso de la Ley de Adquisiciones de Defensa para obligar a Anthropic a trabajar con el ejército.

El sistema Claude de Anthropic fue el primer modelo de IA utilizado en sistemas clasificados del ejército. Sin embargo, el Pentágono ha dado a la compañía hasta las 5:01 p.m. Del viernes para que acepte eliminar sus salvaguardias internas y permitir que su sistema se utilice para “cualquier uso legal”. Si Anthropic no está de acuerdo, perderá un contrato de 200 millones de dólares con el Pentágono y podría ser designado como un “riesgo en la cadena de suministro”, la misma etiqueta que se otorga a las empresas vinculadas a adversarios extranjeros.

El logotipo de Google frente a sus oficinas en Londres el 1 de noviembre de 2018. Crédito: AP

El Primer Ministro Indio (izquierda) junto con líderes de empresas de IA, entre ellos el director ejecutivo de OpenAI, Sam Altman (centro), y el director ejecutivo de Anthropic, Dario Amodei. Crédito: AFP

febrero 28, 2026 0 comments
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Negocio

IA y Bolsa: ¿Qué acciones resisten la automatización?

by Editora de Negocio febrero 26, 2026
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La euforia en torno de la inteligencia artificial ha dado paso a una evaluación más rigurosa en el mercado de valores. Tras un período en el que los activos relacionados con la IA se adquirían de forma casi indiscriminada, los inversores están reevaluando qué modelos de negocio son más vulnerables a la automatización.

En este contexto, ha ganado fuerza el llamado efecto HALO, acrónimo de High Assets, Low Obsolescence (Activos Altos, Baja Obsolescencia), que caracteriza a las empresas con muchos activos físicos y bajo riesgo de quedar obsoletas debido a la IA.

La principal preocupación se centra en el software y los servicios tecnológicos, con la evaluación de que si las herramientas de IA reducen significativamente el costo de desarrollar y escalar aplicaciones, las barreras de entrada disminuirán, aumentando el riesgo de sustitución y compresión de márgenes.

Viva do lucro de grandes empresas

El CEO de Nvidia, Jensen Huang, declaró el miércoles (25) que el temor no es correcto porque la IA, en teoría, trabajará junto con estos softwares. Sin embargo, el mercado ya está buscando alternativas para protegerse.

“A medida que el posicionamiento se desmantela en nombres digitales congestionados y se reasigna a activos más duraderos, esperamos que las exposiciones HALO —particularmente en mercados emergentes intensivos en activos— presenten un rendimiento relativo superior”, evalúa Santander en un informe publicado el miércoles.

Las acciones brasileiras que podrían destacar

Considerando esta nueva tendencia, Santander ha creado un ranking sectorial que se beneficia de esta estrategia, situando a los servicios públicos y la energía en la cima de la capacidad de resistencia al riesgo de obsolescencia. El software y los medios de comunicación se encuentran en las últimas posiciones.

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La metodología considera cuatro pilares: intensidad de activos, vulnerabilidad de los ingresos a la IA, riesgo de desintermediación y solidez de las barreras regulatorias o de capital.

Al aplicar el indicador a los principales índices globales, el Ibovespa y el MSCI Brazil se encuentran entre los mercados con la mejor combinación de puntuación HALO y múltiplos más bajos.

Lea más: Las acciones a prueba del riesgo de ruptura por la IA, según Goldman Sachs

Según Santander, la composición de la Bolsa brasileña, con un peso relevante en energía, servicios públicos, materiales y concesiones, tiende a estar menos expuesta a la automatización cognitiva y la desintermediación tecnológica. “Creemos que no son negocios que desaparecen porque un modelo de lenguaje grande se vuelve más inteligente”, afirma el banco.

El banco también ha elaborado una cesta de acciones brasileñas alineadas con la tesis HALO. Está compuesta por los siguientes papeles:

Qué podría revertir el movimiento

Santander destaca que el principal riesgo para la tesis es que la IA demuestre ser predominantemente generadora de productividad, y no destructora de márgenes. En este escenario, el flujo podría regresar a las empresas de crecimiento y los modelos más escalables.

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Una caída de las tasas de interés reales, una mejora de la liquidez global y un mayor apetito por el riesgo también tenderían a favorecer a las acciones de mayor duración.

“No creemos que se trate de un éxodo del crecimiento. Es más bien una recalibración.”

febrero 26, 2026 0 comments
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Tecnología

Gemini y la IA: ¿Automatización real o espejismo?

by Editor de Tecnologia febrero 25, 2026
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Puede que sientas un déjà vu. Hace una década, empresas como Google y Apple prometieron que sus asistentes de voz podrían realizar tareas en tu nombre. Apple aseguró que Siri podría solicitar un Uber, pero al probarlo, la aplicación simplemente se abre. Google, por su parte, afirmó que con Google Assistant podrías «pedir lo de siempre» en Starbucks, una experiencia que resultó poco satisfactoria y que finalmente fue eliminada.

Pero ahora, con la llegada de los grandes modelos de lenguaje (LLM) y la inteligencia artificial capaz de comprender el lenguaje natural, estas promesas resurgen. Durante el evento Galaxy Unpacked de Samsung, Google y Samsung demostraron cómo el asistente de voz Gemini podrá completar tareas con ciertas aplicaciones de terceros, como reservar un Uber o pedir comida a través de Uber Eats. Se espera que el soporte para más aplicaciones se amplíe a finales de este año con la llegada de Android 17.

Esta función, actualmente en fase de vista previa, está disponible por ahora solo en Estados Unidos y Corea del Sur. Comenzará a implementarse en los smartphones Galaxy S26 a partir del 11 de marzo, y posteriormente se lanzará como una actualización de software para la serie Google Pixel 10.

Así es como funciona:

Paso a paso

Fotografía: Julian Chokkattu

Gemini en la serie Galaxy S26

Fotografía: Julian Chokkattu

Simplemente indica a Gemini «Pide un Uber al aeropuerto» y la aplicación se abrirá en una ventana virtual. Gemini continuará con la acción en segundo plano, pero podrás supervisar el proceso a través de una notificación. Podrás ver cada paso, aunque la idea es que se complete de forma autónoma mientras te concentras en otras tareas.

Si necesita más información, por ejemplo, si te encuentras en el área metropolitana de Nueva York y no estás seguro de qué aeropuerto elegir, te preguntará de nuevo. Una vez aclarado esto, recibirás una notificación y pasarás a la fase de reserva dentro de la aplicación Uber. Gemini no tomará la decisión final de reservar, por lo que deberás seleccionar el tipo de Uber (X o XL), confirmar la tarifa y pulsar el botón de reserva.

«Pienso en algunas de las tareas que quizás quieras automatizar como una especie de ‘lavandería digital’: cosas que sabes que debes hacer, pero que no te entusiasman demasiado», explica a WIRED Sameer Samat, presidente del ecosistema Android de Google.

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Tecnología

Escasez de chips: RAMageddon dispara precios y retrasa tecnología

by Editor de Tecnologia febrero 23, 2026
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Si la tecnología que nos rodea, que cargamos en los bolsillos y que tenemos en casa, oficinas, salones de clase fueran ‘seres vivos’, los chips vendrían a ser sus células. Todo aparato que ‘piensa’, se conecta a internet, opera una aplicación que nos ofrece un servicio a partir de tecnología está hecho de chips. Y el mundo se quedó sin chips.

Se ha formado una tormenta perfecta que los expertos han bautizado ‘RAMageddon’, una escasez crítica de memoria RAM (que se fabrican con chip) derivada de la insaciable demanda de las empresas de inteligencia artificial (IA), que están acaparando la producción de los tres principales fabricantes mundiales para construir los centros de datos donde se procesarán los grandes modelos de lenguaje como ChatGPT, Gemini, Claude, Amazon Q o Meta AI, entre otros.

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Según informes recientes, la escasez de chips ha provocado que el precio de la memoria RAM se haya triplicado, cuadruplicado e incluso sextuplicado según el tipo de chip. Esta escasez comenzará a impactar pronto la fabricación de otros componentes tecnológicos como discos duros, tarjetas gráficas y procesadores, los ‘cerebros’ de todo aparato, ya sea un carro, televisor, consola de juegos, tableta, enrutador, tractor agrícola, equipo hospitalario o incluso un avión. Prácticamente todo.

El impacto económico para el consumidor final será tangible y directo. IDC señala que la memoria representa entre el 15 y el 20 por ciento del costo de materiales de un teléfono de gama media.

  Foto: iStock

Esto implica que un teléfono de 500 dólares (unos 1,8 millones de pesos) podría subir a más de 2,2 millones de pesos. Fuentes de la industria indicaron a ZDNet Korea que Apple, por ejemplo, podría pagar entre un 80 y un 100 por ciento más por la memoria este trimestre tras renegociar con Samsung y SK Hynix, empresas fabricantes de RAM.

Bloomberg informa que el ‘RAMageddon’ impactará duramente el mundo de los videojuegos. La Nintendo Switch 2 tendrá un alza importante de precios, mientras que la PlayStation 6 de Sony podría retrasarse hasta 2028 o 2029 debido a la falta de memorias RAM. Por su parte, fabricantes de computadores de mesa y portátiles como Lenovo, Dell, HP, Asus y Acer tendrán que aplicar incrementos de precio de entre el 10 y el 30 por ciento, según las primeras previsiones del impacto del fenómeno.

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La raíz del problema reside en que tres compañías –Micron, SK Hynix y Samsung– controlan cerca del 95 por ciento del suministro global de DRAM y están priorizando los lucrativos contratos de la IA.

La recuperación no será inmediata debido al tiempo que requiere construir nuevas plantas de fabricación. Lip-Bu Tan, CEO de Intel, declaró a principios de febrero al medio especializado The Verge: “No habrá alivio hasta 2028”.

  Foto: Generada con IA, iStock

Micron ha respaldado esta visión, confirmando que su nueva fábrica en Idaho, Estados Unidos, no abrirá hasta mediados de 2027 y que no se verá una “producción real” hasta 2028.

Mientras tanto, Samsung solo planea aumentar el suministro de obleas de memoria (en un modesto 5 por ciento este año. En Colombia, si bien el impacto en el usuario final se sentirá, tendrá especial fuerza y más pronto en los grandes contratos de suministro de computadores y servidores que empresas del Estado y grandes corporaciones firman con las empresas fabricantes.

Al ser acuerdos reglados por las normas de contratación pública, las entidades de carácter nacional y regional, así como los entes de control que fiscalizan el cumplimiento de estas compras públicas, deben comprender que se trata de una situación fortuita a nivel mundial, que requiere acciones mancomunadas para paliar al máximo su impacto.

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Según Alberto Samuel Yohai, presidente ejecutivo de la Cámara Colombiana de Informática y Telecomunicaciones (CCIT), “es importante que las entidades trabajen de la mano de las empresas proveedoras y fabricantes para construir planes de acción en sus compras de equipos de cómputo que les permita solventar sus necesidades de adquisición de tecnología en el marco de una situación de fuerza mayor”.

Esto significa ajustar las especificaciones de las compras contratadas según la disponibilidad actual de inventarios y analizar las proyecciones en conjunto para construir licitaciones que vayan en línea con los tipos de memoria RAM que menos impacto tendrán en esta situación fortuita.

JOSÉ CARLOS GARCÍA R.

Editor Multimedia

@JoseCarlosTecno

febrero 23, 2026 0 comments
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Entretenimiento

IA y privacidad: Riesgos de las caricaturas con ChatGPT y chatbots

by Editora de Entretenimiento febrero 22, 2026
written by Editora de Entretenimiento

Las redes sociales como Instagram, Facebook y LinkedIn han revivido una tendencia impulsada por la inteligencia artificial: la creación de imágenes. Tras el auge de estilos inspirados en Studio Ghibli o figuras de acción, ahora la última moda es solicitar a chatbots como ChatGPT, Gemini y Copilot la generación de caricaturas personalizadas, basadas en datos sobre tu vida y trabajo, e incluso a partir de fotografías.

A primera vista, estas tendencias pueden parecer divertidas y una forma original de compartir con amigos y familiares. Sin embargo, expertos en ciberseguridad advierten sobre serios riesgos para la privacidad.

Es crucial recordar que los datos que compartes con los chatbots de IA pueden ser almacenados y reutilizados por las plataformas para mejorar sus sistemas. Si bien algunas empresas ofrecen políticas de uso de datos transparentes, en otros casos, el destino de la información y quién tiene acceso a ella no siempre está claro. Las prácticas de seguridad varían entre plataformas, y un ciberataque podría exponer tus datos personales.

En el peor de los escenarios, esta información podría ser utilizada por cibercriminales en fraudes o robos de identidad. La popularidad de estas tendencias también ha dado lugar a sitios web y aplicaciones que prometen transformar tus fotos con resultados impactantes, pero no todos son lo que parecen: algunas plataformas pueden ocultar esquemas maliciosos para robar tus datos o infectar tus dispositivos con malware.

Las herramientas de IA son útiles, pero es fundamental utilizarlas de manera responsable. Antes de usar un chatbot o plataforma basada en IA, lee detenidamente los términos de privacidad para comprender cómo se almacenarán y utilizarán tus datos. Evita compartir información personal o sensible, ni fotografías que revelen datos identificativos o detalles de tu vida privada. Siempre que sea posible, revisa la configuración de privacidad de las plataformas y desactiva la opción de utilizar tus datos para entrenar la IA.

¿Qué debes evitar compartir con los chatbots de IA?

Hay temas y preguntas que es mejor reservar para profesionales humanos. Aquí hay cinco temas que deberías mantener fuera de tus conversaciones con chatbots de IA:

Datos personales o sensibles: nombre, dirección, información de contacto, contraseñas, datos bancarios o fotografías de documentos.

Información laboral: datos confidenciales de empresas, estrategias internas, proyectos en desarrollo o información de clientes.

Diagnósticos y consejos de salud: síntomas, medicación, resultados de exámenes o decisiones clínicas que deben ser evaluadas por profesionales de la salud.

Consejos financieros o legales: inversiones, impuestos, deudas, contratos o procesos legales específicos.

Desafíos personales: relaciones, conflictos familiares, problemas emocionales graves o situaciones que requieren apoyo especializado.

Más información sobre seguridad en tek.sapo.pt

Por Francisca Andrade

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Tecnología

Google bloquea apps maliciosas Android: seguridad 2025

by Editor de Tecnologia febrero 21, 2026
written by Editor de Tecnologia

Google ha intensificado sus esfuerzos para proteger a los usuarios de Android contra aplicaciones maliciosas. Recientemente, la compañía anunció haber bloqueado un total de 1.75 millones de aplicaciones en 2025, demostrando un compromiso continuo con la seguridad de su sistema operativo móvil.

Este bloqueo masivo de aplicaciones se enmarca dentro de una estrategia más amplia, denominada «Escudo Digital 2025», que busca fortalecer la seguridad de Android. Según informes, Google ha logrado avances significativos en la detección y eliminación de software malicioso, haciendo de Android una plataforma más segura que nunca.

Las cifras revelan que, además de los 1.75 millones de aplicaciones bloqueadas, Google ha logrado impedir la distribución de más de 2 millones de aplicaciones maliciosas en la Play Store durante el mismo período. Este logro es posible gracias a la implementación de inteligencia artificial (IA) que analiza el comportamiento de las aplicaciones y detecta patrones sospechosos.

La inteligencia artificial juega un papel crucial en la identificación de malware y en la prevención de su propagación. Google confía en estas tecnologías para frenar las aplicaciones maliciosas en Android, protegiendo así a los usuarios de posibles amenazas y garantizando una experiencia más segura en sus dispositivos.

La compañía continúa trabajando en el desarrollo de nuevas herramientas y técnicas para combatir el malware y mantener la integridad de la plataforma Android. El bloqueo de 1.75 millones de aplicaciones, según reporta EntrepreNerd, es una muestra del compromiso de Google con la seguridad de sus usuarios.

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Negocio

Protección de la voz: ¿parche legal o solución real?

by Editora de Negocio febrero 18, 2026
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Algunas reformas legislativas priorizan la percepción pública sobre su solidez jurídica y su impacto real. Si bien es comprensible la intención de proteger a sectores afectados por los avances tecnológicos y la posible vulneración de sus derechos, la definición precisa de dichos derechos resulta fundamental.

El pasado 13 de febrero, la presidenta de la CSP presentó una iniciativa que busca reconocer y proteger la voz humana como un componente del derecho de imagen, impidiendo su uso sin la autorización previa e informada del titular.

Sin embargo, la propuesta enfrenta un primer obstáculo: intenta proteger una faceta específica del derecho de imagen, cuando la legislación actual lo ha circunscrito al retrato de las personas. En esencia, la reforma se plantea como una adición a la Ley Federal del Derecho de Autor, introduciendo una figura “sui generis” con procedimientos y sanciones diseñadas específicamente para su aplicación.

Esta aproximación se considera problemática, ya que podría generar un trato preferencial y ejercer presión sobre los productores audiovisuales y las plataformas de Inteligencia Artificial (IA). El caso del locutor Pepe Lavat, cuya voz fue clonada por el INE para una campaña publicitaria a mediados del año pasado, sirvió como detonante para la iniciativa, respondiendo a un claro caso de plagio.

No obstante, existe una diferencia significativa entre la posibilidad de presentar una reclamación por el uso no autorizado del derecho de imagen bajo las regulaciones existentes y la creación de una normativa específica para un gremio en particular.

Si se extiende la lógica de esta propuesta a otros sectores impactados por la IA generativa, se debería considerar la protección de subtitulistas, editores, traductores, guionistas, diseñadores gráficos, fotógrafos y otros profesionales de la industria creativa. En el ámbito de la voz, por ejemplo, es común que en la posproducción audiovisual se requiera la ampliación, modificación o sustitución de las grabaciones originales para cumplir con los estándares técnicos de calidad.

La iniciativa, tal como está planteada, podría considerar como una violación flagrante prácticas que actualmente son habituales y aceptadas en la industria. La creación de un “registro nacional de voces” y la implementación de mecanismos procesales específicos para las denuncias reconocen las limitaciones del sistema actual para abordar reclamos legítimos por el uso no autorizado de la imagen.

En definitiva, ceder a la presión por una solución rápida no detendrá el avance de la tecnología.

febrero 18, 2026 0 comments
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